Quem sou eu

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Eu sou apenas uma criança E a vida é um pesadelo Faço do meu quarto Meu mundo escuro e solitário Onde ninguém ouve minhas lamúrias Onde eu acordo só Tendo por companhia O som melancólico de meu piano Meus pensamentos macabros Vozes que imagino ouvir Pessoas que gritam meu nome ... Quando saio desse mundo Logo volto Pois percebo Que o mundo lá fora É feio e insano Se me perguntam por que vivo nesse mundo Eu digo: No meu mundo não há diferenças Apenas a escuridão predomina.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Sentimento chamado Amor




Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimentos ciúmes,
ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente.
Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa

 amada siga em viagem sem lhe presentear 
com uma passagem para o mesmo lugar.
Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa 

amada tivesse a obrigação de ter o dom da
 premonição, e pudesse nos compreender pelo 
menos naquele momento que 
mais estamos chateados.
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, 

a nova roupa, a nova investida.
Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito

 para apaixonados.
Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias 

dos milhões que ainda viveremos.
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, 

muitos desejos, muitos planos...
Não quero dominar o amor, quero que o amor 

nos domine.
Pois amor que é AMOR, é tudo... é certeza, 

é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de

 um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o 

amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.

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